
O coração transborda e,
Inevitavelmente,
Se afoga
Na escuridão do ‘não sei’...
E, tudo fica meio assim,
Meio ‘côncavo’,
Meio pr’á lá, ...
Longe do que imaginamos,
Do que sonhamos,...
Do que poderia ser simples.
Mas, a gente segue...
E, quando amanhece,...
Sempre somos do jeito,
Exatamente do jeito,...
Que a alma precisa para...
Permanecer...
(Val...Hoje, somente e puramente VAL)
2 comentários:
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Bonito o seu poema, Val!
Beijos de luz e o meu carinho...
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Sempre linda... bela e terna Val!
Um vendaVal de emoções!
Beijo com carinho
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